Normas para Bibliografia

 

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DE UMA BIBLIOGRAFIA PARA TRABALHOS ESCOLARES

Chamamos bibliografia ao conjunto de documentos (impressos ou não) utilizados na elaboração de um trabalho.
A bibliografia indica-se no final do trabalho, devendo respeitar-se determinadas regras nessa apresentação. A vantagem de respeitar esta regras está no facto de qualquer leitor, em qualquer parte do mundo, saber que informações lhe estão a ser transmitidas na bibliografia sem qualquer margem para dúvidas.
Os elementos essenciais de uma referência bibliográfica são normalmente os mesmos. Embora possam existir algumas variações na ordem em que são indicadas por diferentes autores, importa que sigamos sempre o mesmo critério.
Existem várias normas de referência bibliográfica. As indicações que aqui se dão têm por base a Norma Portuguesa, NP 405, mas no nosso país utiliza-se também muito a APA, norma criada pela American Psychological Association, utilizada principalmente em publicações científicas, tanto na área das ciências naturais, como na das ciências sociais. Assim, pode-se  encontrar referências bibliográficas feitas com critérios ligeiramente diferentes daqueles que aqui se indicam.

nome do autor:(APELIDO, Nome próprio)
título da publicação (a itálico ou sublinhado, quando manuscrito)
volume (quando se trata de uma obra em vários volumes)
número da edição (quando não é a 1ª edição, sempre logo a seguir ao título)
local da publicação
editora
data da edição
número de páginas da obra ou páginas correspondentes a um artigo

A listagem que constitui a bibliografia deve ser organizada por ordem alfabética do último nome do autor (do primeiro autor no caso de obras com vários autores) e apenas uma indicação bibliográfica  por parágrafo.
Quando se indica mais de uma obra do mesmo autor, estas devem ser ordenadas por data de publicação, da mais antiga para a mais recente, repetindo o nome do autor em cada publicação. Há que inverter o nome do autor ou autores, colocando o último nome em primeiro lugar, seguido de vírgula e dos nomes restantes, só com a letra inicial maiúscula.

EXEMPLOS:

Livros de um só autor

WEISMAN,Alan, O Mundo sem Nós, Cruz Quebrada, Estrela Polar,2007

BATAILLE, Georges, O Erotismo, 3ª edição, Lisboa., Antígona, 1988

Vários livros do mesmo autor

RIBEIRO, Orlando, Iniciação em Geografia Humana, Lisboa, Sá da Costa, 1986

RIBEIRO, Orlando, Portugal o Mediterrâneo e o Atlântico, 7ª edição, Lisboa, Sá da Costa, 1998

Obras de vários autores

Dois ou três autores:

CABRAL, Francisco Caldeira e TELLES, Gonçalo Ribeiro, A Árvore em Portugal,

Lisboa, Assírio & Alvim, 1999

PAPALIA, Diane, OLDS, Sally Wendkos e FELDMAN, Ruth Duskin. O Mundo da Criança, 8ª edição, Lisboa, Mc Graw Hill, 1999

 

Mais de três autores:

BURROUGHS, William J. [et al] [esta  referência significa “e outros”], Observar o Tempo,

São Pedro do Estoril, Atena, 1999

Obras colectivas com um organizador ou director

BARRETO, António (organização de), A Situação Social em Portugal, 1960-1995

2 Volumes, 3ª edição, Lisboa, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 1997

SERRÃO, Joel (direcção de), Dicionário de História de Portugal, 6 volumes, Porto, Figueirinhas, 1985

Obras colectivas sem director ou organizador

No caso deste tipo de obras usa-se uma sigla que significa “autores vários”:

AA.VV., Globalização Desenvolvimento e Equidade, Lisboa, Fundação Calouste  Gulbenkian e Publicações Dom Quixote 2001

Referência a um artigo concreto numa obra colectiva

ALBUQUERQUE, Luís de, “Astrolábio” in SERRÃO, Joel (direcção de), Dicionário de História de Portugal, Porto, Figueirinhas, 1985, Volume I, pp.240-242

BALDWIN, Robert E., “Tecnologia e inovação como causa de maior desigualdade salarial e de desemprego estrutural” in  AA. VV.,Globalização Desenvolvimento e Equidade, Lisboa, Fundação Calouste  Gulbenkian e Publicações Dom Quixote 2001, pp. 207-232

Artigos de Revista

O procedimento neste caso é bastante semelhante ao que se utiliza para os artigos em obras colectivas. O título da revista deve ser sublinhado (se manuscrito) ou escrito em itálico e há que referir o número e o ano da publicação

MORELL, Virginia, “Instinto Sexual” in  National Geographic Portugal, Nº 28, Julho de 2003, pp. 28-55

Documentos Electrónicos

A referência a documentos electrónicos como DVDs ou sites da Internet obedece às mesmas regras básicas que se utilizam na indicação de documentos impressos. Também neste caso o objectivo é que qualquer outra pessoa possa identificar, sem margem para dúvidas, as bases de informação que utilizámos na produção do nosso trabalho.

Assim, referências como “Sites procurados no google”, que aparecem frequentemente nos trabalhos escolares, não têm qualquer utilidade para quem queira saber a informação que verdadeiramente utilizámos. Seria o mesmo que indicar relativamente aos documentos impressos: “Livros existentes na Biblioteca Municipal”.

Considera-se que, independentemente de um documento consultado na Internet ter ou não um autor identificável, é preferível indicar este tipo de documentos agrupados no final da bibliografia, através da indicação Sites ou Sítios na Internet a anteceder a listagem.

Assim, apresentam-se três exemplos que tocam as situações mais frequentes: um site institucional (neste caso da NASA) e dois PDFs, um deles com autor identificável e outro sem autor:

Referência a um site institucional:

http://www.nasa.gov/audience/for students/index.html

 

Referência a um documento pdf, sem conhecimento do autor:

 

Actualidades do INE. O Envelhecimento em Portugal

Disponível em: www.alea.pt/html/pdf/actualidades_29.pdf

Referência a um documento pdf, com conhecimento do autor:

DOMINGUES, Francisco Contente; A Carreira da Índia

Disponível em: http://homepage.oniduo.pt/fcd/textos/carreiraindia.pdf

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